quinta-feira, 19 de abril de 2012

Todo dia é dia de índio? Nem tanto...

Os brancos, europeus, invadiram as terras brasileiras

e exploraram os índios, tirando-os de sua região.
Mas ainda existem muitos espalhados pelo Brasil.
Alguns não se conformam e buscam recuperar o que
lhes foi tirado. Estamos vendo isso na Bahia.
Acredito que não é pela violência. É preciso buscar
isso junto ao governo, na Lei, na ordem e na paz.

Eles foram os primeiros habitantes do Brasil
e devem ser respeitados. Além disso, o governo brasileiro
deveria rever suas ações junto as estes povos indígenas.

Eles possuem uma cultura e vida singular. A natureza
é a sua casa, apesar de ter índio com mais tecnologia
que branco. Porém a maioria vive em situações precárias.

Conheci um dia o índio Daniel Munduruku. Escritor. Já
faz uns dez anos. Mas guardo o exemplar de seu livro:

"Meu Vô Apolinário, Um mergulho no rio da (minha) memória",
da editora Studio Nobel, do qual transcrevo aqui um passagem do
capítulo "O voo dos pássaros":

-Os pássaros são porta-vozes da mãe-natureza. Eles sempre
nos contam algo. Do futuro ou do presente. O canto do pássaro
pode ser um pedido para que você aja com o coração. Sonhar
com um pássaro significa que uma presença ancestral está
mostrando sua força. Há visitas aladas que trazem bons
augúrios e há as que trazem agouros. Preste atenção:
toda vez que for tomar uma decisão importante, um ser
alado aparerá."

Ser brasileiro, é também ser um pouco índio. Há uma grande
miscigenação em nosso país. Eu mesmo já ouvi de meus parentes
que uma tataravó minha era índia. E que foi pega a laço. Talvez
por isso eu goste tanto da natureza...

"Xipot oboré!" (tudo de bom!)

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